HOMENAGEM AO C. R. VASCO DA GAMA

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Um Choque de Gigantes


UM CHOQUE DE GIGANTES

O impetuoso Roberto poderia estar diante do incansável Biguá. O veloz Chico poderia estar batendo o valente Rondinelli. Não importa. Domingo, a torcida carioca reencontrou o futebol revivendo seu duelo de maior tradição. O Vasco de Chico e Roberto, contra o Flamengo de Biguá e Rondinelli - onde o passado se mistura ao presente numa rivalidade que cria amigos-inimigos.


ROBERTO X RONDINELLI: VALENDO TAMBÉM O ALMOÇO

Um dia é do Flamengo, o outro do Vasco. Um dia é de Roberto, o outro, de Rondinelli. Ainda no domingo, os dois heróis de maiores torcidas do Rio voltaram a se encontrar num Maracanã lotado. E, mais uma vez, a aposta estava de pé: quem vencesse, ganhava, também, um almoço.
Deu Flamengo? Deu Vasco? Deu empate? Não importa. Domingo, Roberto Dinamite, o grande artilheiro do Vasco, e Rondinelli, o zagueiro-central que parece encarnar com sua vitalidade a mística de bravura que acompanha o Flamengo, saíram do estádio, depois de mais uma batalha, a caminho da churrascaria.

A partir de 72, quase quarenta batalhas na velha guerra feita de brigas, discussões, camaradagem.


CHICO X BIGUÁ: VIVENDO TAMBÉM O DRAMA

Dentro de campo, eles pareciam ferozes inimigos - e era a impressão que dominava não apenas as torcidas de Flamengo e Vasco, mas as torcidas de todos os clubes, que não queriam jamais perder os sensacionais pegas. Pelo noticiário da imprensa, os comentários dos programas esportivos do rádio, ficava claro que o confronto entre o ponta-esquerda do Vasco e o médio-direito do Flamengo era mais que um jogo. Era um duelo, um "choque de gigantes", como proclamaram, mais de uma vez, as manchetes feitas com emoção.

De 42 a 53 não houve, no futebol carioca, pega mais discutido.

Reportagem publicada na revista PLACAR, da editora Abril.
Acervo Almanak do Vasco

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